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	<title>Comunicação Digital</title>
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	<description>O curso de Comunicação Digital forma um profissional preparado para acompanhar as modificações e transformações da comunicação. Com um formato inédito, o bacharelado possui um currículo que mescla áreas que se complementam, como negócios, design, conteúdo e tecnologia.</description>
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		<title>Pirataria vira religião na Suécia</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 14:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[kopismo]]></category>
		<category><![CDATA[partido pirata]]></category>
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		<description><![CDATA[O ato de copiar é sagrado. Essa é a doutrina e único mandamento do kopimismo, movimento que acaba de ser reconhecido como religião pelo governo da Suécia. O nome é uma corruptela de copy me (copie-me, em inglês), e exprime bem a meta do grupo: defender o direito de compartilhar arquivos na internet. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/pirate.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1567" title="pirate" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/pirate.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O ato de <strong>copiar é sagrado</strong>. Essa é a doutrina e único mandamento do kopimismo, movimento que acaba de ser reconhecido como religião pelo governo da Suécia. O nome é uma corruptela de copy me (copie-me, em inglês), e exprime bem a meta do grupo: defender o direito de compartilhar arquivos na internet. Mais de 5 mil pessoas já se associaram à <strong>Igreja Missionária do Kopimismo</strong>, que foi fundada pelo estudante de filosofia Isak Gerson. “O mundo é feito de cópias. E ele só evolui a partir do momento em que você utiliza as obras de outras pessoas para fazer algo melhor”, diz. Isak se inspirou na saga do <strong>The Pirate Bay</strong>, site sueco que é o centro da pirataria na internet — tanto que as autoridades internacionais vivem tentando tirá-lo do ar. A Suécia também é a casa do <strong>Partido Pirata</strong>, que defende a livre troca de arquivos e conquistou duas vagas no Parlamento Europeu em 2009.</p>
<p>O verdadeiro objetivo da religião kopimista é obter resguardo legal para os piratas e impedir que sejam processados. Mas eles ainda não conseguiram isso. “A aprovação significa apenas que eles podem discutir e incentivar o tema sem medo”, explica Pierre Liljefeldt, oficial da Embaixada da Suécia no Brasil. “Isso não significa que a legislação será flexível quanto à pirataria”, completa Bertil Kallner, diretor do Kammarkollegiet, órgão que registra os grupos religiosos do país. Para ter direito aos benefícios que a Suécia dá às religiões, como subsídios do governo, os kopimistas precisarão ser reconhecidos pela Justiça de lá, o que deverá ser difícil (os criadores do Pirate Bay acabaram de ser condenados a um ano de prisão). Por enquanto, a única vantagem obtida pela igreja kopimista é meio irônica: evitar que outro grupo pirateie seu nome.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Redação<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://super.abril.com.br/tecnologia/pirataria-vira-religiao-suecia-682274.shtml" target="_blank">Super Interessante</a></p>
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		<title>Cofundador da Apple quer comprar ações do Facebook</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/cofundador-da-apple-quer-comprar-acoes-do-facebook</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 14:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[steve wozniak]]></category>

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		<description><![CDATA[O cofundador da Apple, Steve Wozniak, está planejando comprar ações do Facebook quando a rede social abrir seu IPO (oferta pública de ações) no próximo dia 17 de maio. E ele nem se importa com o preço cobrado. Em uma entrevista recente para a Bloomberg TV, Woz, como é conhecido, disse que “investiria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/wozniak.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1564" title="wozniak" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/wozniak.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O cofundador da Apple, Steve Wozniak, está planejando comprar ações do Facebook quando <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/05/03/valores-da-ipo-do-facebook-serao-menores-que-o-previsto/">a rede social abrir seu IPO</a> (oferta pública de ações) no próximo dia 17 de maio. E ele nem se importa com o preço cobrado.</p>
<p>Em uma entrevista recente para a <a href="http://mobile.bloomberg.com/news/2012-05-13/apple-founder-wozniak-to-buy-facebook-regardless-of-price.html">Bloomberg TV</a>, Woz, como é conhecido, disse que “investiria no Facebook. Não me importa qual será o preço de abertura (das ações)”.</p>
<p>Wozniak afirmou também que vê algo de si mesmo e do ex-companheiro da Apple, Steve Jobs, no CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. “Fui grato por ter uma parceria com Steve Jobs e vejo Mark Zuckerberg mais próximo a combinação de nós dois. Quando ele fala, fala com muito idealismo para os usuários e muitas boas ideias para o produto de maneira geral.”</p>
<p>O Facebook espera levantar 11,8 bilhões de dólares com seu IPO – a maior oferta para uma empresa da Internet.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Redação<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/05/14/cofundador-da-apple-quer-comprar-acoes-do-facebook/" target="_blank">IDG Now!</a></p>
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		<title>Santa Catarina quer certificação digital</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/santa-catarina-quer-certificacao-digital</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bndes]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo de Santa Catarina pretende criar uma autoridade certificadora própria, para o que vai utilizar parte dos R$ 10 milhões obtidos na semana passada de um convênio com o BNDES para compra de hardware e software. O valor exato a ser destinado ao projeto, que envolve a digitalização de documentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/sc.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1561" title="sc" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/sc.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O governo de Santa Catarina pretende criar uma autoridade certificadora própria, para o que vai utilizar parte dos R$ 10 milhões obtidos na semana passada de um convênio com o BNDES para compra de hardware e software.</p>
<p>O valor exato a ser destinado ao projeto, que envolve a digitalização de documentos para trâmites da esfera estadual, ainda não foi calculado, conforme o secretário de Estado da Administração, Milton Martini.</p>
<p>A data da licitação para o projeto também não está definida.</p>
<p>A meta, segundo o secretário, é permitir que documentos enviados por meio da internet tenham validade judicial nos órgãos da administração catarinense, o que deve eliminar consideravelmente os custos da tramitação de processos dentro do governo e envio dos protocolos.</p>
<p>Só a nossa última licitação para compra desse material atingiu R$ 4 milhões. Se conseguirmos reduzir pela metade, vai gerar uma economia considerável aos cofres públicos”, explica Martini.</p>
<p>Hoje, a tramitação das ações das 36 regionais — das outras secretarias também — é feita com papel, o que faz com que os documentos oficiais tenham que ser enviados por correio de uma das secretarias de para a secretaria central a que o projeto seja ligado, como Infraestrutura, Planejamento, Educação ou Fazenda, por exemplo.</p>
<p>“Isso pode levar dias, ou semanas, até que o documento cheque ao destino e seja protocolado”, conta Martini.</p>
<p>Ainda que geograficamente mais próximas, o trabalho deve ser agilizado também dentro das secretarias centrais.</p>
<p>“O que levava dias vai poder ser feito em minutos pela internet”, completa o secretário.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Guilherme Neves<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.baguete.com.br/noticias/14/05/2012/santa-catarina-quer-certificacao-digital" target="_blank">Baguete</a></p>
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		<title>Mercado brasileiro de TI cresce 11% e ultrapassa US$ 100 bi</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/mercado-brasileiro-de-ti-cresce-11-e-ultrapassa-us-100-bi</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor brasileiro de Tecnologia da Informação (TI) movimentou US$ 102,6 bilhões em 2011, o que representa crescimento de 11,3% em relação ao ano anterior, segundo estudo encomendado pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) à consultoria International Data Corporation (IDC). A pesquisa comprova, ainda, o peso significativo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/ti.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1558" title="ti" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/ti.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O setor brasileiro de Tecnologia da Informação (TI) movimentou US$ 102,6 bilhões em 2011, o que representa crescimento de 11,3% em relação ao ano anterior, segundo estudo encomendado pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) à consultoria International Data Corporation (IDC). A pesquisa comprova, ainda, o peso significativo do setor na economia do País, com representação de 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2011.</p>
<p>Essencial para a competitividade e produtividade da economia nacional, o mercado brasileiro de TI contribui para o aumento de eficiência dos mais diversos segmentos. Tradicionalmente, cresce a taxas que são pelo menos o dobro da expansão do PIB, com projeção de 9% para 2012.</p>
<p>O setor enfrenta desafios para seu pleno desenvolvimento no País, como custos competitivos, qualificação profissional, melhoria da infraestrutura e fomento de inovação nacional, contemplados no Plano Brasil Maior. “O governo federal inseriu TIC na agenda de desenvolvimento nacional, fornecendo as condições para que o mercado atinja nos próximos dez anos a representação de 6 a 7% do PIB, observada em países desenvolvidos”, afirma Antonio Gil, Presidente da Brasscom.</p>
<p>O Brasil pode, ainda, se tornar um dos quatro principais centros de TI até 2022. “A meta do setor para os próximos dez anos é dobrar seu faturamento e movimentar US$ 210 bilhões, intensificando a utilização de TIC por outras atividades econômicas”, completa Gil.</p>
<p>A maior fatia do faturamento de TI provém do segmento TI In-House (US$ 41,6 bilhões), que é a tecnologia desenvolvida pelo governo e por empresas de outros setores da economia. Hardware vem na segunda posição com grande expressão, US$ 29,9 bilhões. Em seguida, aparecem serviços (US$ 14,7 bilhões), software (US$ 6,18 bilhões) e BPO (US$ 5,6 bilhões). O estudo contempla apenas o mercado interno de TI, sem contabilizar exportações e operações internacionais.</p>
<p><strong>Dados da pesquisa:</strong></p>
<p>Mercado Brasileiro de TI e TIC (2011)</p>
<table width="474" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">
<p align="center"><strong>Mercado Brasileiro de TI e TIC (2011, US$ BI):</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p align="center"><strong>Mercado Interno</strong></p>
</td>
<td width="104">
<p align="center"><strong>Variação 2011/2010 (%)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Software</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">6,18</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">14,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Serviços</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">14,77</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">11,1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Hardware</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">29,92</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">2,2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">BPO</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">5,61</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">19,5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">TI In-House</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">46,12</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">16,7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Tecnologia da Informação (TI)</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center"><strong>102,60</strong></p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center"><strong>11,3%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Telecom</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center">94,96</p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center">10,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="294">Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)</td>
<td nowrap="nowrap" width="76">
<p align="center"><strong>197,56</strong></p>
</td>
<td nowrap="nowrap" width="104">
<p align="center"><strong>10,9%</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Autor</strong>: Redação<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/mercado-brasileiro-de-tecnologia-da-informacao-cresce-11-e-ultrapassa-us-100-bilhoes" target="_blank">Olhar Digital</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google+: 170 mi de usuários, interação zero</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/google-170-mi-de-usuarios-interacao-zero</link>
		<comments>http://comdig.info/noticias/google-170-mi-de-usuarios-interacao-zero#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[google plus]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google+ chegou a 170 milhões de cadastrados em menos de um ano de uma atividade. Isso, no entanto, não é sinal de sucesso. Os usuários da rede social não interagem, nem acessam, a ferramenta conforme informações publicadas pela Folha de S. Paulo. De acordo com o jornal, para atingir esse número, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/plus.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1555" title="plus" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/plus.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O Google+ chegou a 170 milhões de cadastrados em menos de um ano de uma atividade. Isso, no entanto, não é sinal de sucesso.</p>
<p>Os usuários da rede social não interagem, nem acessam, a ferramenta conforme informações publicadas pela Folha de S. Paulo.</p>
<p>De acordo com o jornal, para atingir esse número, o Google implementou um “gatilho” para gerar massa de cadastrados.</p>
<p>Ele cria automaticamente, um perfil quando um usuário abre uma conta em outro serviço da empresa, como o Gmail ou o YouTube.</p>
<p>Os dados de janeiro deste ano sobre o tempo gasto em redes sociais mostram que os usuários ficam uma em média mensal de 3,3 minutos no Google+, enquanto usuários do Facebook conectam-se por 7,5 horas.</p>
<p>A comparação, no entanto, não é necessariamente adequada, dizem os googlers.</p>
<p>Segundo Felix Ximenes, diretor de comunicação e assuntos públicos do Google para o Brasil, a rede social de Mark Zuckerberg não é um concorrente.</p>
<p>“Ele não é um competidor direto do Facebook. Nós enxergamos o Google+ como uma camada social que permeia todos os nossos produtos”, argumenta.</p>
<p>Para o Google, a necessidade de estar presente nas redes sociais surgiu por razões mercadológicas, pois os usuários gastam cada vez mais tempo nas redes sociais – inclusive, o Facebook já superou o Google como site mais visitado no Brasil.</p>
<p>O Google atribui o número de cadastros às constantes mudanças no Google+. Segundo a companhia, foi mais de uma alteração por dia desde a criação, em 28 de junho de 2011.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Juliana de Brito<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.baguete.com.br/noticias/14/05/2012/google-170-mi-de-usuarios-interacao-zero" target="_blank">Baguete</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como sobreviver a uma rebelião de robôs</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/como-sobreviver-a-uma-rebeliao-de-robos</link>
		<comments>http://comdig.info/noticias/como-sobreviver-a-uma-rebeliao-de-robos#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[epipheo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Epipheo já fez vários vídeos explicando, de forma simples, como algumas coisas funcionam. Muitos deles são ligados a tecnologia e redes sociais, por exemplo. Porém, o mais recente pode ser a mais valiosa dessas lições: Como sobreviver a uma revolta das máquinas. Para isso, o estúdio convidou Daniel H. Wilson, autor de “Robopocalypse”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/-G3RoBHMu-o" frameborder="0" width="605" height="337"></iframe></p>
<p>A <strong><a href="http://www.youtube.com/user/epipheo">Epipheo</a></strong> já fez <a href="http://www.brainstorm9.com.br/?s=Epipheo">vários vídeos</a> explicando, de forma simples, como algumas coisas funcionam. Muitos deles são ligados a tecnologia e redes sociais, por exemplo.</p>
<p>Porém, o mais recente pode ser a mais valiosa dessas lições: Como sobreviver a uma revolta das máquinas.</p>
<p>Para isso, o estúdio convidou Daniel H. Wilson, autor de <strong><a href="http://amzn.to/JjKCVg">“Robopocalypse”</a></strong>, para contar qual é a definição de robôs e como vencer uma provável guerra com eles nessa divertida animação.</p>
<p>Não tem legendas em português, mas tem em inglês. É só acionar o CC.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Carlos Merigo<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.brainstorm9.com.br/29735/web-video/como-sobreviver-a-uma-rebeliao-de-robos/" target="_blank">Brainstorm9</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Facebook democratiza comunicação e alavanca negócios</title>
		<link>http://comdig.info/noticias/facebook-democratiza-comunicacao-e-alavanca-negocios</link>
		<comments>http://comdig.info/noticias/facebook-democratiza-comunicacao-e-alavanca-negocios#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um alcance igual ou superior aos tradicionais meios de comunicação de massa, como o rádio e a TV, a internet se consolida não apenas como mais uma ferramenta de marketing e comunicação, mas abre um espectro de possibilidades até então inexistente, tanto sob o ponto de vista econômico, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/facebook.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1545" title="facebook" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/facebook.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>Com um alcance igual ou superior aos tradicionais meios de comunicação de massa, como o rádio e a TV, a internet se consolida não apenas como mais uma ferramenta de marketing e comunicação, mas abre um espectro de possibilidades até então inexistente, tanto sob o ponto de vista econômico, como sob o aspecto social. Na verdade, nunca a comunicação de uma organização foi tão democraticamente viabilizada, e os negócios tão facilmente alavancados.</p>
<p>Economicamente falando, uma campanha com alcance de massa era inviável para empresas de pequeno ou até mesmo de médio porte até o surgimento e popularização da internet devido ao custo financeiro implicado. Por meio das redes sociais, organizações  têm condições de disseminar suas mensagens de maneira muito ágil, a um número potencial de receptores espantosamente grande e, paradoxalmente, de forma segmentada.</p>
<p>O caso do Facebook é exemplar nesse sentido. Hoje, essa plataforma de comunicação configura-se como um dos mais poderosos canais de comunicação digitais. Através dele é possível gerar grande visibilidade e também identificar o público-alvo da ação.</p>
<p>Com o Facebook é possível afinar a campanha de determinada organização, definindo idade, estado civil, atividade profissional, nível de ensino, interesses gerais, sexo. Isso proporciona um direcionamento exato para a campanha, atraindo pessoas que de fato tem interesse em determinado produto ou serviço. Para fazer uma comparação básica, o Facebook diferencia-se muito do Google, o qual trabalha quase que exclusivamente com palavras-chave.</p>
<p>Tradicional escola de idioma, a Aliança Francesa, é o exemplo mais claro de como o Facebook pode alavancar o negócio. A instituição decidiu, em 2012, se comunicar com seus clientes pela rede de relacionamento e a Millenium SEO SEM foi responsável pelo trabalho.</p>
<p>O mais curioso é que, primeiramente, a Aliança Francesa não acreditava ser o Facebook uma ferramenta utilizada pelo seu público-alvo.  A campanha do Facebook, no entanto, mostrou que o público da escola está muito conectado, utilizando mais o Facebook para comunicar-se com a entidade que pelo seu site ou telefone.</p>
<p>A experiência demonstrou que não existe um perfil de adeptos ao Facebook. Tanto é que a ação quebrou um paradigma na Aliança Francesa, demonstrando que o público da entidade é heterogêneo, formado por pessoas de diversas idades.</p>
<p>Na verdade, não existe mais barreira para empresas se comunicarem com seus públicos. Através de investimentos reduzidos é possível obter resultados estratégicos e que alavancam o negócio das empresas.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Christine Gerbauld<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.baguete.com.br/artigos/1109/christine-gerbauld/08/05/2012/facebook-democratiza-comunicacao-e-alavanca-negocios" target="_blank">Baguete</a></p>
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		<title>Coca-Cola integra redes sociais e CRM</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 14:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coca-cola]]></category>
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		<description><![CDATA[A Coca-Cola Brasil integrou seus canais nas redes sociais – como o Facebook e o Twitter – em um único CRM que já incluía e-mail, em parceria com a Triscal. O sistema implantado é o Siebel On Demand, aplicado ao call center da empresa. Com 2,8 milhões de consumidores cadastrados na área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/coke.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1542" title="coke" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/coke.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>A Coca-Cola Brasil integrou seus canais nas redes sociais – como o Facebook e o Twitter – em um único CRM que já incluía e-mail, em parceria com a Triscal.</p>
<p>O <a href="http://www.baguete.com.br/ads/redirect/107" target="_blank">sistema</a> implantado é o Siebel On Demand, aplicado ao call center da empresa.</p>
<p>Com 2,8 milhões de consumidores cadastrados na área de Relacionamento com consumidor, a empresa queria agilizar o atendimento.</p>
<p>Segundo a Coca-Cola, agora, seja qual for o canal escolhido pelos clientes, todo o atendimento é centralizado na ferramenta e em um único departamento com 34 operadores dedicados aos chamados via telefone e e-mail, além de sete analistas de redes sociais.</p>
<p>Além de controlar as diversas etapas de cada atendimento, a área de Relacionamento com Consumidor da companhia é responsável pelo repasse de solicitações a cada engarrafador regional.</p>
<p>O departamento também define todas as diretrizes adotadas pelas 18 unidades de atendimento espalhadas pelo país, incluindo o acompanhamento do ciclo completo dos chamados nacionais, desde o início até o pós-atendimento.</p>
<p>André Portella, diretor da Triscal, conta que os principais benefícios conquistados com a implantação do Siebel On Demand na Coca-Cola estão relacionados ao controle de processos e à apresentação de informações gerenciais.</p>
<p>“Com a centralização de todos os canais de atendimento, automatização de processos e a melhoria na qualidade das informações, conseguimos ganhar agilidade e, com isso, oferecer um melhor atendimento ao consumidor”, completa.</p>
<p>Além da implantação do novo <a href="http://www.baguete.com.br/ads/redirect/107" target="_blank">sistema</a>, a Triscal foi responsável pelo treinamento de todos os colaboradores envolvidos.</p>
<p>Atualmente, o Siebel On Demand já é utilizado por 120 usuários na Coca-Cola.</p>
<p>Ao todo, a companhia adquiriu 180 licenças e, ao longo de 2012, disponibilizará o<a href="http://www.baguete.com.br/ads/redirect/106" target="_blank">acesso</a> a mais 60 colaboradores.</p>
<p>No Facebook, a <a href="http://www.facebook.com/cocacola" target="_blank">fanpage</a> da Coca-Cola tem 41,6 milhões de curtidas. O <a href="http://twitter.com/#!/cocacola_br" target="_blank">perfil</a> no Twitter tem 22,3 mil seguidores.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Guilherme Neves<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.baguete.com.br/noticias/08/05/2012/coca-cola-integra-redes-sociais-e-crm" target="_blank">Baguete</a></p>
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		<title>Política e redes sociais: a presença de Barack Obama no Google+</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 14:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[obama]]></category>

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		<description><![CDATA[Só há fantasmas no Google Plus? Creio que não. Você vai gostar de saber que um dos usuários mais ilustres da plataforma social do Google é o presidente dos EUA, Barack Obama. Sua página é seguida por 1.095.896 pessoas (até o momento em que eu digitava este artigo) e como estamos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/obama.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1539" title="obama" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/obama.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>Só há fantasmas no Google Plus? Creio que não. Você vai gostar de saber que um dos usuários mais ilustres da plataforma social do Google é o presidente dos EUA, Barack Obama. Sua <strong><a href="https://plus.google.com/u/0/110031535020051778989/posts" target="_blank">página</a></strong> é seguida por 1.095.896 pessoas (até o momento em que eu digitava este artigo) e como estamos em ano eleitoral então é bem recomendável acompanhar o que a equipe do Obama está implementando. Percebi que muitos posts continuam com a premissa usada na campanha passada. Por exemplo: usar verbos no imperativo como o “compartilhe”. Há quem não goste, mas a equipe do Obama explora isso nos textos.</p>
<p>Algumas mensagens são no tom de convocação, como se as pessoas fossem “marchar” ao lado de Obama para salvar o país. As pessoas também continuam sendo convidadas para se inscrever e participar da campanha até novembro. Está longe, né? Entretanto a maneira como eles divulgam o conteúdo nos faz pensar que a campanha já está no auge e que a votação será na próxima semana.</p>
<p>Não pense em há apenas posts em inglês. Encontrei também alguns posts em espanhol, o “Únete!”. São raros, mas estão lá. Além das mensagens, frequentemente podemos ver posts com o novo material de campanha: adesivos, camisas, cases de iPhone e outros. Estão na Obama 2012 Store! Sim, pois lá as pessoas precisam comprar este tipo de material.</p>
<p>O principal adversário de Obama, Mitt Romney, não está sendo ignorado nas mensagens. Excessivamente são divulgados posts com motivos para que as pessoas não votem nele. A equipe de Obama está explorando bem o Google Plus. Além dos textos, são divulgadas fotos e vídeos. Ele também já realizou um <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eeTj5qMGTAI&amp;feature=plcp&amp;context=C45d017cVDvjVQa1PpcFPBQfVfevZ1f8T-qNxdM4Egu7ctOymAzko%3D" target="_blank">Hangout</a> </strong>no dia 30 de janeiro, o Ask Presidente Obama.</p>
<p>Alguns motivos para ficar de olho no Google Plus:</p>
<ul>
<li>Você já percebeu que as suas buscas quando está logado no Gmail estão cada vez mais personalizadas de acordo com os que seus contatos compartilharam?;</li>
<li>O Google+ foi “<strong><a title="Google+ ganha nova interface muito mais intuitiva e organizada" href="http://www.blogmidia8.com/2012/04/google-plus-ganha-nova-interface-muito.html" target="_blank">remodelado</a></strong>”. Acredito que o Google não quer repetir o que fez com o Orkut;</li>
<li>Agora há um tipo de “trending topics” da rede;</li>
<li>De acordo com o Google, mais de 140 milhões de pessoas já possuem perfil nesta rede. As discussões (pelo menos aqui no Brasil) ainda não chamaram atenção;</li>
<li>Segundo a comScore ele, em março, obteve aumento de 24% na audiência se comparado com fevereiro deste ano.</li>
</ul>
<p><strong>Autor</strong>: Ana Célia Costa<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.blogmidia8.com/2012/04/politica-e-redes-sociais-presenca-de.html" target="_blank">Mídia8</a></p>
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		<title>LinkedIn compra Slideshare por US$ 119 mi</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Migotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[slideshare]]></category>

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		<description><![CDATA[O LinkedIn comprou o site de compartilhamento de apresentações Slideshare por US$ 119 milhões. A ferramenta, que já funcionava integrada aos currículos apresentados na rede social profissional, deve servir para reforçar a experiência de uso do site de relacionamentos, diz o CEO Jeff Weiner. “Apresentações são uma das principais formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/slideshare.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1536" title="slideshare" src="http://comdig.info/wp-content/uploads/2012/05/slideshare.jpg" alt="" width="605" height="330" /></a></p>
<p>O LinkedIn comprou o site de compartilhamento de apresentações Slideshare por US$ 119 milhões.</p>
<p>A ferramenta, que já funcionava integrada aos currículos apresentados na rede social profissional, deve servir para reforçar a experiência de uso do site de relacionamentos, diz o CEO Jeff Weiner.</p>
<p>“Apresentações são uma das principais formas que os profissionais usam para capturar e compartilhar suas experiências e seu conhecimento, o que ajuda a moldar a identidade profissional de cada um”, justifica Weiner.</p>
<p>Fundado em 2006, o Slideshare deve ter a sua equipe integrada ao LinkedIn ainda no segundo trimestre desse ano.</p>
<p>Segundo dados da comScore, em março, o Slideshare tinha cerca de 29 milhões de usuários únicos.</p>
<p>Já o LinkdIn tem mais de 135 milhões de usuários.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Guilherme Neves<br />
<strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.baguete.com.br/noticias/04/05/2012/linkedin-compra-slideshare-por-us-119-mi" target="_blank">Baguete</a></p>
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